Mulheres pretas e pardas lideram o número de óbitos por câncer de mama na Bahia, refletindo a desigualdade no acesso à saúde e diagnóstico precoce.
Durante o mês do Outubro Rosa, que reforça a importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama, é crucial discutir a disparidade racial que atinge as mulheres na Bahia.
De acordo com a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), entre 2021 e 2024, as mulheres pardas representaram 56% dos óbitos por câncer de mama no estado, seguidas pelas mulheres brancas (22,2%) e pretas (18,5%). Esses dados revelam uma desigualdade preocupante no acesso à saúde e tratamento, afetando de forma desproporcional as mulheres pretas e pardas.
Essa realidade reforça a necessidade de políticas públicas que promovam igualdade no acesso à saúde e cuidados médicos, para que todas as mulheres tenham a chance de detecção precoce e tratamento adequado.
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Fonte: g1

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